quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Bebê é abandonado na manjedoura de uma igreja em Nova York.

O Globo | NOVA YORK — Uma cena que mais parecia uma um milagre de Natal ocorreu em Nova York na segunda-feira. Um bebê de poucas horas de vida foi abandonado no presépio de uma igreja no Queens. A criança foi encontrada por um funcionário da paróquia que chegava do almoço quando ouviu o choro da criança.

Segundo a polícia, uma mulher foi flagrada em um vídeo entrando com o menino enrolado em uma toalha, mas saiu de lá sem ele. Após ser descoberto, o bebê foi levado ao Hospital Jamaica Center para ser examinado. Os médicos que o atenderam informaram que o cordão umbilical dele não foi corretamente cortado e que a criança nasceu quatro ou cinco horas antes de ser deixada na manjedoura.

O reverendo Christopher Ryan Heanue, 28, disse que não via a ação da mulher como um fato triste, mas sim inspirador, pois não havia lugar melhor para ela deixar a criança.

— Eu acho bonito — disse o padre. — A igreja é a casa para todos os necessitados. E ela achou neste estábulo – o lugar onde Jesus achou seu lar – um lar para o filho dela.

Como em muitos estados americano, Nova York possui uma lei que determina alguns locais onde os pais podem deixar seus filhos sem medo de repressão. A igreja está incluída nesses lugares, assim como hospitais e Corpo de Bombeiros. Mas os pais devem alertar alguém para a presença do bebê, o que não ocorreu neste caso.

A polícia agora procura a mulher do vídeo, que acredita ser a mãe do bebê, mas ainda não há pistas sobre ela. Segundo o Hospital Jamaica Center, a criança passa bem.
 
NOTA NOSSA: “Como em muitos estados americano, Nova York possui uma lei que determina alguns locais onde os pais podem deixar seus filhos sem medo de repressão. A igreja está incluída nesses lugares, assim como hospitais e Corpo de Bombeiros.” Admiramos esse tipo de lei. Infelizmente, algumas pessoas chegam ao desespero de querer entregar o filho recém-nascido para uma instituição assim, e isso é muito melhor que o aborto.

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